Institucional
  • Página principal
  • Quem somos
  • AMF
  • Secretaria Geral
  • Diretoria Científica
  • Histórico
  • Estatuto
  • Informativo
  • Agenda
  • Clube de Benefícios
  • Teatro
  • Centro de Eventos AMF
  • Salão de Festas
  • Bibliotecas
  • Revista AMF
  • Artigos
  • Asso. Médicas
  • Soc. Especialidades
  • Geral
  • Anuncios
  • Sites interessantes
  • Fale conosco
  • Webmail

  • Destaques AMF 

    Saúde sem ideologias
    Historicamente, o controle do Ministério da Saúde, no Brasil, sempre foi muito politizado, cabendo ao
    campo ideológico das esquerdas a sua administração, e sob forte influência de ONGs, também politizadas, como a OMS e OPAS.
    Essa ideologização da Saúde não é boa para a população, sendo o ápice dessa nefasta interferência o programa intitulado “ mais médicos “.
    O que se deveria buscar na administração da saúde, tanto suplementar quanto pública, é o pragmatismo
    do investimento bem aplicado e o seu retorno eficaz em qualidade do serviço prestado. Não é admissível na
    oitava economia do planeta que não haja cobertura vacinal para todos, falte Benzetacil e BCG nos postos e haja recrudescimento da sífilis, só para citar alguns dados. Não é admissível que essa saúde contaminada por ideologias busque resolver seus problemas despejando milhares de médicos, a cada ano, através da permissão de criação de centenas de faculdades de medicina, em sua maioria despreparadas, sem dialogar com as entidades representativas de classe e a sociedade civil. Não havendo diálogo e planejamento, o resultado será pífio, além de desvalorizar a profissão médica.
    Acreditamos que a saúde no Brasil precisa avançar em quatro quesitos. O primeiro é a gestão. A nossa gestão, especialmente a pública, é rudimentar. Há muito desperdício de recursos e falta de controles que acabam favorecendo fraudes e desvios. O segundo seríssimo problema é o subfinanciamento, pois o dinheiro direcionado para a saúde é muito menor que o mínimo necessário. As tabelas do SUS estão tão defasadas que desestimulam parcerias com outros atores do setor. Não adianta dar acesso a quem não tem recurso, a um serviço igualmente sem recursos. O terceiro item é a falta de líderes, pensadores e gestores públicos bem formados e em quantidades crescentes para rejuvenescer e fortalecer o setor. E, por fim, retirar da pauta a interferência política ideológica e focar na satisfação do usuário.

    Benito Petraglia
    Presidente

    Comitê Dermatologia

    Associação Médica Fluminense
    Av. Roberto Silveira, 123 (Icaraí)
    24230-150 - Niterói - RJ

    Telefax: (21) 2710-1549 - 2710-1093 - 2710-1348